03/09/10 - 12:32 | Das ideias geniais
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Assento improvisado

(foto: Wohn Idee)
A ideia veio do Wohn Idee de novo (não disse que eu sou viciada no site?) e é uma ótima sugestão para quem não tem almofadas nos bancos de madeira, que nem sempre são confortáveis né?
É só colocar um edredon fino (ou uma mantinha) dobrado e amarrado com laços de fita. Tão simples e eficiente!
Em casa tenho um banco grande de madeira de demolição e tempos atrás fiz um orçamento com um tapeceiro para uma almofada de assento para ele, com tiras para amarrar - 250 paus! Isso porque é um tapeceiro dos mais barateiros que já conheci (#fail). Agora, acabo de descobrir que tenho um edredon velhinho que vai servir direitinho para aplicar essa ideia e já vou testar quando tiver visitar em casa :)

(foto: Wohn Idee)
A ideia veio do Wohn Idee de novo (não disse que eu sou viciada no site?) e é uma ótima sugestão para quem não tem almofadas nos bancos de madeira, que nem sempre são confortáveis né?
É só colocar um edredon fino (ou uma mantinha) dobrado e amarrado com laços de fita. Tão simples e eficiente!
Em casa tenho um banco grande de madeira de demolição e tempos atrás fiz um orçamento com um tapeceiro para uma almofada de assento para ele, com tiras para amarrar - 250 paus! Isso porque é um tapeceiro dos mais barateiros que já conheci (#fail). Agora, acabo de descobrir que tenho um edredon velhinho que vai servir direitinho para aplicar essa ideia e já vou testar quando tiver visitar em casa :)
02/09/10 - 16:53 | Saquinhos de papel
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby

(foto: Blog Overrunning)
Duas leitoras nos enviaram essa dica - a Regina Lucia Souza e a Paula Mello.
Trata-se de um passo-a-passo para fazer um saquinho de jornal usando a técnica do origami, que você pode usar para substituir os saquinhos de plástico em pequenas lixeiras (as de lixo seco por exemplo).
Pelo que apurei, a fonte é o blog Overrunning, onde inclusive você encontra o pap explicadinho. É só clicar aqui.
Tks Regina e Paula! Eu achei massa essa ideia :)
01/09/10 - 14:36 | Das ideias geniais
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Lanternas de papel

(foto: Wohn Idee)
A ideia veio do Wohn Idee (gente, eu amo esse site!), parece super simples de fazer e deve ficar lindo numa festa ao ar livre no verão.
'Bora se jogar no vídeo do passo-a-passo? Em alemão (acho), porque nem tudo é perfeito, né gata? ;)
Só clicar aqui.
E aqui neste link tem outras ideias de decoração para churrasco que eu curti bastante, especialmente essa dos talheres e guardanapos na cestinha de metal. Pena que lá em casa o churrasco seja sempre algo tão... Flintstones, manja? Coisa de marido mesmo :)

(foto: Wohn Idee)

(foto: Wohn Idee)
A ideia veio do Wohn Idee (gente, eu amo esse site!), parece super simples de fazer e deve ficar lindo numa festa ao ar livre no verão.
'Bora se jogar no vídeo do passo-a-passo? Em alemão (acho), porque nem tudo é perfeito, né gata? ;)
Só clicar aqui.
E aqui neste link tem outras ideias de decoração para churrasco que eu curti bastante, especialmente essa dos talheres e guardanapos na cestinha de metal. Pena que lá em casa o churrasco seja sempre algo tão... Flintstones, manja? Coisa de marido mesmo :)

(foto: Wohn Idee)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Cheirinho bom

Meu amigo Marcus me trouxe de Toronto, entre outras gracinhas, este aromatizador de ambiente de fragrância muito chic, algo cítrico, algo doce. Sabe aquele cheiro de loja tipo a Le lis blanc? Então, é por aí.
Como eu queria que o meu aromatizador durasse para todo o sempre, costumo usá-lo em momentos especiais, geralmente quando recebo alguém em casa. Quando toca o interfone: ts ts ts! E o cheirinho mágico envolve a sala, integrada com a cozinha, por pelo menos 15 minutos, afinal, é muita janela, muita porta e muito vento, mas é tão bom enquanto dura!
Quando chega uma pessoa em casa, é muita coisa envolvida, né? Especialmente quando e a primeira vez que ela vem. É beijo, é abraço, é cachorro fazendo festa, é menino pulando em sofá, é uma música tocando, é um tal de fuçar a casa, de colocar assunto em dia, que a pessoa pode até achar que não sentiu aquele cheirinho, mas sentiu sim e ele já está ali armazenado em sua memória como o cheirinho da minha casinha.
Esse negócio de aromatizador de ambiente é massa.
Sampelayo, lime zest and cypress kisses!
K.

Meu amigo Marcus me trouxe de Toronto, entre outras gracinhas, este aromatizador de ambiente de fragrância muito chic, algo cítrico, algo doce. Sabe aquele cheiro de loja tipo a Le lis blanc? Então, é por aí.
Como eu queria que o meu aromatizador durasse para todo o sempre, costumo usá-lo em momentos especiais, geralmente quando recebo alguém em casa. Quando toca o interfone: ts ts ts! E o cheirinho mágico envolve a sala, integrada com a cozinha, por pelo menos 15 minutos, afinal, é muita janela, muita porta e muito vento, mas é tão bom enquanto dura!
Quando chega uma pessoa em casa, é muita coisa envolvida, né? Especialmente quando e a primeira vez que ela vem. É beijo, é abraço, é cachorro fazendo festa, é menino pulando em sofá, é uma música tocando, é um tal de fuçar a casa, de colocar assunto em dia, que a pessoa pode até achar que não sentiu aquele cheirinho, mas sentiu sim e ele já está ali armazenado em sua memória como o cheirinho da minha casinha.
Esse negócio de aromatizador de ambiente é massa.
Sampelayo, lime zest and cypress kisses!
K.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Comida de passarinho

No meu quintal todos os dias aparecem muitos passarinhos, que vem tomar água e rodear e bicar minhas pimenteiras (passarinho curte pimenta é?). Daí que eu resolvi comprar uma casinha pra eles se abrigarem nos dias de chuva e, não contente, agora decidi instalar também um comedouro.
Fui à caça de algum bonitinho, que combinasse com a casinha, e não achei nada que fosse fofo como eu queria, até que joguei no Google e... pimba! Meus problemas "se acabaram-se"! Encontrei esses dois lindos projetos facílimos e agora "meus" passarinhos terão também um ranguinho batuta à espera deles no meu quintal :))))
O esquema do comedouro 1, com as xícaras (isso não ficou meeega fofo?), está aqui e do comedouro 2, com garrafa de refrigerante (ó a reciclagem aí!) aqui e aqui.

No meu quintal todos os dias aparecem muitos passarinhos, que vem tomar água e rodear e bicar minhas pimenteiras (passarinho curte pimenta é?). Daí que eu resolvi comprar uma casinha pra eles se abrigarem nos dias de chuva e, não contente, agora decidi instalar também um comedouro.
Fui à caça de algum bonitinho, que combinasse com a casinha, e não achei nada que fosse fofo como eu queria, até que joguei no Google e... pimba! Meus problemas "se acabaram-se"! Encontrei esses dois lindos projetos facílimos e agora "meus" passarinhos terão também um ranguinho batuta à espera deles no meu quintal :))))
O esquema do comedouro 1, com as xícaras (isso não ficou meeega fofo?), está aqui e do comedouro 2, com garrafa de refrigerante (ó a reciclagem aí!) aqui e aqui.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Da série: Foi chá

Hoje eu fui no Grão para comprar meus chazinhos e farinha de trigo integral. É claro que por mais focada que eu chegue lá fico louca para encher o carrinho. Mais que isso! Aquele lugar QUASE me dá vontade de me tornar natureba, raribô, vegetariana, vegana, zen budista, taróloga e mudar para o Capão. Mas passa rápido quando eu cruzo a porta de saída.
Aproveitei e comprei também o pão doce de passas e os biscoitos de canela - de fabricação própria que eu amo com todas as minhas forças - melaço, tomilho (que eu só acho lá), bifun e cajuína, lógico.
Os chás do mês

Os chás não me salvaram da TPM este mês, mas a culpa foi minha, pois eles tem funcionado muito bem, já que o meu problema maior é mesmo a retenção de líquidos, e o que não falta é chá diurético. O problema este mês é que só depois dos sintomas todos é que fui me tocar que só havia tomado tonificantes, tranquilizantes e um laxante, em caráter de urgência, depois de uma farra do boi (perdão, Senhor). Nenhum diurético, portanto.
Vamo' ver se a centelha e a cavalinha minimizam o terror no próximo mês; além deles, fui de ginseng pra dar uma animada e da melissa pra dar uma relaxada, cada um no seu tempo.

Hoje eu fui no Grão para comprar meus chazinhos e farinha de trigo integral. É claro que por mais focada que eu chegue lá fico louca para encher o carrinho. Mais que isso! Aquele lugar QUASE me dá vontade de me tornar natureba, raribô, vegetariana, vegana, zen budista, taróloga e mudar para o Capão. Mas passa rápido quando eu cruzo a porta de saída.
Aproveitei e comprei também o pão doce de passas e os biscoitos de canela - de fabricação própria que eu amo com todas as minhas forças - melaço, tomilho (que eu só acho lá), bifun e cajuína, lógico.
Os chás do mês

Os chás não me salvaram da TPM este mês, mas a culpa foi minha, pois eles tem funcionado muito bem, já que o meu problema maior é mesmo a retenção de líquidos, e o que não falta é chá diurético. O problema este mês é que só depois dos sintomas todos é que fui me tocar que só havia tomado tonificantes, tranquilizantes e um laxante, em caráter de urgência, depois de uma farra do boi (perdão, Senhor). Nenhum diurético, portanto.
Vamo' ver se a centelha e a cavalinha minimizam o terror no próximo mês; além deles, fui de ginseng pra dar uma animada e da melissa pra dar uma relaxada, cada um no seu tempo.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Rótulos vintage

A dica vem da leitora Malu, de BH...
Meninas,
Olha que achado: rótulos vintage para serem personalizados e impressos no site da HP
Não precisa saber inglês para fazer a bagaça não, o PAP é bem simples que até em japonês eu conseguiria fazer...
Bjks de pão de queijo,
Malu BH
Malu, a.m.e.i. Já tenho um projeto engatilhado com os rótulos da Colorado que ganhamos, agora esses também vão para o balaio :)
Tks!
***
Agora eu vou ali na Bienal dar um xêro no Claude, tsá??? =))))))
Volto logo.

A dica vem da leitora Malu, de BH...
Meninas,
Olha que achado: rótulos vintage para serem personalizados e impressos no site da HP
Não precisa saber inglês para fazer a bagaça não, o PAP é bem simples que até em japonês eu conseguiria fazer...
Bjks de pão de queijo,
Malu BH
Malu, a.m.e.i. Já tenho um projeto engatilhado com os rótulos da Colorado que ganhamos, agora esses também vão para o balaio :)
Tks!
***
Agora eu vou ali na Bienal dar um xêro no Claude, tsá??? =))))))
Volto logo.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Marcadores e porta-copos numa belezura só!

O link para os mais lindos marcadores de taças que já vi foram enviados pela Malu, de BH.
Maluzinha, meu amor, eu também pirei o cabeção! E agora? Como viver sem eles? =O
Obrigada e um beijo,
K.

O link para os mais lindos marcadores de taças que já vi foram enviados pela Malu, de BH.
Maluzinha, meu amor, eu também pirei o cabeção! E agora? Como viver sem eles? =O
Obrigada e um beijo,
K.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Colherzinha de chocolate

Um mimo para o seu cafezinho. As minhas foram presente da amiga Toninha na última reunião da Confraria lá em casa :)
Tô viciada =)

Um mimo para o seu cafezinho. As minhas foram presente da amiga Toninha na última reunião da Confraria lá em casa :)
Tô viciada =)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
"Sobremesa de ovo frito"

(foto: Ana Anita/Site Mauro Rebelo)
Daí que eu estava quietinha aqui esperando a TPM passar quando apareceu na minha caixa de entrada esse e-mail do leitor Aldo Semino Jr.
A ideia não é super divertida? Um mingau e uma metade de um pêssego em calda, dispostos no prato de modo a dar a impressão de se tratar de um ovinho frito.
Esse povo inventa cada uma, hein? A receita toda do mingau e da montagem você encontra aqui.
Aldo, meu bem, você me tirou do limbo do mau humor com essa sobremesa de ovo frito, viu? Achei sensacional e até lembrei que eu adoro mingau e faz tempo que não me jogo em um (ó a oportunidade de usar a dica engraçada!). Obrigada, viu?

(foto: Ana Anita/Site Mauro Rebelo)
Daí que eu estava quietinha aqui esperando a TPM passar quando apareceu na minha caixa de entrada esse e-mail do leitor Aldo Semino Jr.
A ideia não é super divertida? Um mingau e uma metade de um pêssego em calda, dispostos no prato de modo a dar a impressão de se tratar de um ovinho frito.
Esse povo inventa cada uma, hein? A receita toda do mingau e da montagem você encontra aqui.
Aldo, meu bem, você me tirou do limbo do mau humor com essa sobremesa de ovo frito, viu? Achei sensacional e até lembrei que eu adoro mingau e faz tempo que não me jogo em um (ó a oportunidade de usar a dica engraçada!). Obrigada, viu?
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Tempero de feijão

Pra mim, esse é o trio imbatível: bacon e alho (muito) douradinhos e louro.
E quando você coloca o feijão cozido nessa mistura e vem aquele cheirinho d.e.l.i.c.i.o.s.o? Afff. Geralmente eu não resisto e já me sirvo logo de uma boa concha de caldinho, antes mesmo dele dar aquela engrossadinha final.
Eu sou louca por feijão cozido na hora, gente. Louca.
E eu sou chata com feijão viu? (só com feijão, Fabiana?) - o meu tem que ser com grãos inteiros, tem que ser bem clarinho, caldinho grossinho e sem cebola :)

Pra mim, esse é o trio imbatível: bacon e alho (muito) douradinhos e louro.
E quando você coloca o feijão cozido nessa mistura e vem aquele cheirinho d.e.l.i.c.i.o.s.o? Afff. Geralmente eu não resisto e já me sirvo logo de uma boa concha de caldinho, antes mesmo dele dar aquela engrossadinha final.
Eu sou louca por feijão cozido na hora, gente. Louca.
E eu sou chata com feijão viu? (só com feijão, Fabiana?) - o meu tem que ser com grãos inteiros, tem que ser bem clarinho, caldinho grossinho e sem cebola :)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Projeto garrafas

Nos últimos anos juntei 187 garrafas, entre raras, vintage, caras, baratas, engraçadinhas e ordinárias mas com bom design como de azeites, vinagres, vinhos, grapas. Separei 50 das mais comuns para cortá-las a fim de utilizá-las num casamento que fiz ontem.
Imaginei e cheguei a rabiscar um sem-fim de cortes loucos, arrumei as garrafas, coloquei no carro e me joguei para o ateliê de Bergon, no Pelourinho.

Conheci o trabalho de Bergon há alguns anos atrás quando a minha amiga Andrea May me presenteou com essa luminária de garrafas cortadas e cacos de vidro, que eu amo loucamente. Veja que efeito lindo ela tem no escuro, que lindo desenho na parede ela faz. Este é apenas um dos produtos incríveis que o cabra desenvolve com vidro descartado. Mas Bergon é um cara visionário e me mostrou um projeto bacanérrimo de formação de guris em reciclagem, criação e desenvolvimento de produto com vidro. Se eu não tivesse pendurado de vez as minhas chuteiras de produtora, juro que catava esse projeto para captação.

Mas voltando às minhas garrafas, chegando lá o Bergon me mostrou que o seu maquinário tinha restrições e que ele não poderia fazer todos os cortes que imaginei, daí tive que repensar e partir para cortes apenas horizontais, diagonais e alguns (poucos) furos possíveis. De qualquer forma, fiquei bem satisfeita e tô cheia de novos "vasinhos" reciclados.

Quando eu falei para Bergon que ia fazer um post no Rainhas ele falou: "Ô professora (não me pergunte de onde ele tirou essa idéia fixa), faça isso não, que eu nem tenho como atender demanda maior do que a que já tenho!" E eu: "Né comigo não."
Imagina se eu ia deixar de dar essa dica para as comadres? Não posso.

Nos últimos anos juntei 187 garrafas, entre raras, vintage, caras, baratas, engraçadinhas e ordinárias mas com bom design como de azeites, vinagres, vinhos, grapas. Separei 50 das mais comuns para cortá-las a fim de utilizá-las num casamento que fiz ontem.
Imaginei e cheguei a rabiscar um sem-fim de cortes loucos, arrumei as garrafas, coloquei no carro e me joguei para o ateliê de Bergon, no Pelourinho.

Conheci o trabalho de Bergon há alguns anos atrás quando a minha amiga Andrea May me presenteou com essa luminária de garrafas cortadas e cacos de vidro, que eu amo loucamente. Veja que efeito lindo ela tem no escuro, que lindo desenho na parede ela faz. Este é apenas um dos produtos incríveis que o cabra desenvolve com vidro descartado. Mas Bergon é um cara visionário e me mostrou um projeto bacanérrimo de formação de guris em reciclagem, criação e desenvolvimento de produto com vidro. Se eu não tivesse pendurado de vez as minhas chuteiras de produtora, juro que catava esse projeto para captação.

Mas voltando às minhas garrafas, chegando lá o Bergon me mostrou que o seu maquinário tinha restrições e que ele não poderia fazer todos os cortes que imaginei, daí tive que repensar e partir para cortes apenas horizontais, diagonais e alguns (poucos) furos possíveis. De qualquer forma, fiquei bem satisfeita e tô cheia de novos "vasinhos" reciclados.

Quando eu falei para Bergon que ia fazer um post no Rainhas ele falou: "Ô professora (não me pergunte de onde ele tirou essa idéia fixa), faça isso não, que eu nem tenho como atender demanda maior do que a que já tenho!" E eu: "Né comigo não."
Imagina se eu ia deixar de dar essa dica para as comadres? Não posso.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Panelas de teflon

(imagem:dicasecia.com)
As panelas de teflon tem um monte de vantagens: o fator anti-aderência; a necessidade mínima de óleo para fritar, saltear, dourar; facilidade para lavar; são práticas e perfeitas para o dia-a-dia, pois intermediárias no peso e na retenção de calor, mas como não se pode ter tudo, ela também tem várias desvantagens, sendo a mais contundente o fato de descascarem, oferecendo risco de ingestão de substâncias químicas contidas no revestimento antiaderente, risco este que até hoje, porém, não foi confirmado de fato, de acordo com uma rápida pesquisa que acabo de fazer. Mas... na dúvida, né minha gente?
E o diabo é que mesmo tomando todos os cuidados, como usar bucha macia e colheres de silicone, um belo dia a gente percebe que a bicha tá riscada e começa a descascar; para acabar de consertar, essas fissuras acumulam resíduos, e para limpar legal, forçamos cada vez mais a lavagem.
Daí a pouco vai começar a dar pau nos cabos também. Por melhor que seja a marca, com o tempo eles fatalmente afrouxam e mesmo que estejamos atentas para apertar os parafusos (trabalhinho sacana), todos os sinais já foram dados que a sua vida útil está por um fio (quando eu digo "a sua" estou me referindo a panela, comadre, pegou né?)
Então...o fato é que elas são ótimas, mas não duram muito. No momento eu não tenho mais nenhuma panela de teflon, pois as minhas chegaram todas ao limite e dei fim nelas há alguns dias. Tenho apenas algumas assadeiras retangulares em ótimo estado (estas duram bastante aqui em casa) e uma chapa, que também tem resistido inteiraça.
Já fechei minha relação com as panelas de teflon daqui para a frente: além das formas e da chapa, só uma boa frigideira, é o que eu vou comprar. Uma pena! Tão levinhas, práticas e light, né?
***
Já falei de panela de pedra sabão aqui, e pretendo falar das de ferro, cobre, alumínio, barro e inox adiante, que são as que eu domino.

(imagem:dicasecia.com)
As panelas de teflon tem um monte de vantagens: o fator anti-aderência; a necessidade mínima de óleo para fritar, saltear, dourar; facilidade para lavar; são práticas e perfeitas para o dia-a-dia, pois intermediárias no peso e na retenção de calor, mas como não se pode ter tudo, ela também tem várias desvantagens, sendo a mais contundente o fato de descascarem, oferecendo risco de ingestão de substâncias químicas contidas no revestimento antiaderente, risco este que até hoje, porém, não foi confirmado de fato, de acordo com uma rápida pesquisa que acabo de fazer. Mas... na dúvida, né minha gente?
E o diabo é que mesmo tomando todos os cuidados, como usar bucha macia e colheres de silicone, um belo dia a gente percebe que a bicha tá riscada e começa a descascar; para acabar de consertar, essas fissuras acumulam resíduos, e para limpar legal, forçamos cada vez mais a lavagem.
Daí a pouco vai começar a dar pau nos cabos também. Por melhor que seja a marca, com o tempo eles fatalmente afrouxam e mesmo que estejamos atentas para apertar os parafusos (trabalhinho sacana), todos os sinais já foram dados que a sua vida útil está por um fio (quando eu digo "a sua" estou me referindo a panela, comadre, pegou né?)
Então...o fato é que elas são ótimas, mas não duram muito. No momento eu não tenho mais nenhuma panela de teflon, pois as minhas chegaram todas ao limite e dei fim nelas há alguns dias. Tenho apenas algumas assadeiras retangulares em ótimo estado (estas duram bastante aqui em casa) e uma chapa, que também tem resistido inteiraça.
Já fechei minha relação com as panelas de teflon daqui para a frente: além das formas e da chapa, só uma boa frigideira, é o que eu vou comprar. Uma pena! Tão levinhas, práticas e light, né?
***
Já falei de panela de pedra sabão aqui, e pretendo falar das de ferro, cobre, alumínio, barro e inox adiante, que são as que eu domino.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Foi chá
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Pão com manteiga glam

Manteiga em temperatura ambiente + herbes de provence (ou quaisquer outras ervinhas secas) + pimenta rosa triturada + pão francês + forno até ficar levemente dourado.
Só esqueci a foto do pão. Foi mal =)

Manteiga em temperatura ambiente + herbes de provence (ou quaisquer outras ervinhas secas) + pimenta rosa triturada + pão francês + forno até ficar levemente dourado.
Só esqueci a foto do pão. Foi mal =)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Tapa no modelão

Já parou para pensar o trabalho que dá fazer a manutenção das roupas de casa? Não só os modelões, mas também a roupa de cama, mesa e banho? Eu aprendi a lavar roupa na mão numa época em que lavadora de roupas era coisa de televisão, totalmente fora da nossa realidade. Chego a me lembrar do ferro a carvão deslizando sobre os lençóis sob o comando de Dona Tereza, uma lavadeira robusta que tínhamos lá na Rua Ipiranga - aliás, para manipular aquele troço tinha mesmo que ser bem robusta porque, meu Deus, como era pesado aquele ferro!
Na casa da minha infância o coaradouro também era um costume. Coarar roupa era expô-la ao sol ensaboada com sabão de pedra, umedecendo e esfregando as peças de vez em quando, pois poucas são as sujeiras que resistem a um coaradouro. Depois eram enxaguadas para serem finalmente lavadas com sabão em pó (não me lembro se havia amaciante na época). Manchas eram inadmissíveis e o branco tinha que ser, no mínimo, imaculado.
Hoje em dia tudo mudou. Não há mais muitos quintais, e consequentemente coaradouros; não há mais varais ao sol, mas ao vento, nas áreas de serviço; o branco não é mais imaculado, e lavar roupa à mão é doideira, aliás, eu já disse aqui e repito: a lavadoura de roupas é a melhor amiga da mulher moderna!
Este post me ocorreu no momento em que eu pendurava camisetas de malha no varal e achei que a dica de como pendurá-las de maneira a não deformá-las podia se útil. Uma coisa puxou a outra, eu evolui para outros cuidados com as roupas de forma geral, e saquei que podia dar outras pequenas dicas capazes de ajudar as comadres, especialmente as iniciantes, a organizar melhor este quesito, poupando tempo, otimizando espaço e preservando melhor as peças. Vejamos...
1- Quando tiramos a roupa que vai para a lavagem, elas estão pelo avesso e esta é a melhor maneira de mandá-las para o cofo (ou cesta de roupa suja) e também para a lavadora. Não custa nada dobrar as peças (mantendo-as pelo avesso) para otimizar o espaço do cesto. Quando a roupa vai para o cofo embolada ocupa muito mais espaço. Vai que a roupa se acumula e começa a transbordar? Ó o mico da comadre empurrando a roupa para caber no cesto!
2- Antes de lavar a roupa, é necessário separá-la: brancas e cruas; coloridas; grossas como jeans e brim; roupa de cama e toalhas; as delicadas que precisam de lavagem a mão... esta é a hora de avaliar também quais as peças que precisam de pré-lavagem - aquelas muito sujas ou com manchinhas que a máquina não tira. Uma vez separadas, lava-se seguindo a lógica da separação, para evitar que manchem, de acordo com as orientações do fabricante.
3- Lave as roupas pelo avesso, assim você poupa a sua face externa de maiores desgastes e pode minimizar pequenos acidentes como gotas de alvejante ou manchas de outra peça que, por ventura, solte alguma tinta.

4- Uma vez lavadinhas, é pendurar. Por muito tempo eu pendurei as roupas de ponta cabeça, até perceber que esta maneira deformava algumas peças, especialmente as camisetas de malha. Observe as primeiras fotos que ilustram este post: penduradas pelas barras o peso da peça molhada + a força da gravidade vai fazer com que as camisetas fiquem com pontas. Já pendurando-as pelos ombros esse risco praticamente não existe, especialmente depois de passadas, sem falar que é uma parte que se encaixa nos ombros, e desta vez a gravidade ajuda. Para as peças finas, o ideal é usar cabide para evitar marcas de prendedor, especialmente em tecidos que não precisam ser passados a ferro ou que só podem ser passados com ferro em baixa temperatura.
5- As peças devem continuar pelo avesso para serem passadas a ferro, pelos mesmos motivos da máquina: para pouparmos as suas fibras de maiores desgastes, e mais ainda, evitar queimadura em estampas e o desbotamento contínuo causado pela ação das altas temperaturas, que vão queimando, literalmente e aos poucos, as peças. Depois de passadas sim, desavesasse e dobra-se.
A forma de dobrá-las dá um outro post. Tive que catequizar todas as pessoas que trabalharam na minha casa neste sentido, pois umas colocavam vinco em calça, outros dobravam as camisetas ao meio na vertical, marcando-as por demais; outras dobravam uma toalha de cada forma de maneira que elas não cabiam na gaveta que poderia comportá-las com conforto... enfim... pode parecer um detalhe banal, mas dobrar roupa também tem manha. E tem mais: a forma de passá-las a ferro também é um capítulo inteirinho a parte!
Enfim, comadres, é coisa viu? É coisa nesse mundão doméstico de meu Deus!

Já parou para pensar o trabalho que dá fazer a manutenção das roupas de casa? Não só os modelões, mas também a roupa de cama, mesa e banho? Eu aprendi a lavar roupa na mão numa época em que lavadora de roupas era coisa de televisão, totalmente fora da nossa realidade. Chego a me lembrar do ferro a carvão deslizando sobre os lençóis sob o comando de Dona Tereza, uma lavadeira robusta que tínhamos lá na Rua Ipiranga - aliás, para manipular aquele troço tinha mesmo que ser bem robusta porque, meu Deus, como era pesado aquele ferro!
Na casa da minha infância o coaradouro também era um costume. Coarar roupa era expô-la ao sol ensaboada com sabão de pedra, umedecendo e esfregando as peças de vez em quando, pois poucas são as sujeiras que resistem a um coaradouro. Depois eram enxaguadas para serem finalmente lavadas com sabão em pó (não me lembro se havia amaciante na época). Manchas eram inadmissíveis e o branco tinha que ser, no mínimo, imaculado.
Hoje em dia tudo mudou. Não há mais muitos quintais, e consequentemente coaradouros; não há mais varais ao sol, mas ao vento, nas áreas de serviço; o branco não é mais imaculado, e lavar roupa à mão é doideira, aliás, eu já disse aqui e repito: a lavadoura de roupas é a melhor amiga da mulher moderna!
Este post me ocorreu no momento em que eu pendurava camisetas de malha no varal e achei que a dica de como pendurá-las de maneira a não deformá-las podia se útil. Uma coisa puxou a outra, eu evolui para outros cuidados com as roupas de forma geral, e saquei que podia dar outras pequenas dicas capazes de ajudar as comadres, especialmente as iniciantes, a organizar melhor este quesito, poupando tempo, otimizando espaço e preservando melhor as peças. Vejamos...
1- Quando tiramos a roupa que vai para a lavagem, elas estão pelo avesso e esta é a melhor maneira de mandá-las para o cofo (ou cesta de roupa suja) e também para a lavadora. Não custa nada dobrar as peças (mantendo-as pelo avesso) para otimizar o espaço do cesto. Quando a roupa vai para o cofo embolada ocupa muito mais espaço. Vai que a roupa se acumula e começa a transbordar? Ó o mico da comadre empurrando a roupa para caber no cesto!
2- Antes de lavar a roupa, é necessário separá-la: brancas e cruas; coloridas; grossas como jeans e brim; roupa de cama e toalhas; as delicadas que precisam de lavagem a mão... esta é a hora de avaliar também quais as peças que precisam de pré-lavagem - aquelas muito sujas ou com manchinhas que a máquina não tira. Uma vez separadas, lava-se seguindo a lógica da separação, para evitar que manchem, de acordo com as orientações do fabricante.
3- Lave as roupas pelo avesso, assim você poupa a sua face externa de maiores desgastes e pode minimizar pequenos acidentes como gotas de alvejante ou manchas de outra peça que, por ventura, solte alguma tinta.

4- Uma vez lavadinhas, é pendurar. Por muito tempo eu pendurei as roupas de ponta cabeça, até perceber que esta maneira deformava algumas peças, especialmente as camisetas de malha. Observe as primeiras fotos que ilustram este post: penduradas pelas barras o peso da peça molhada + a força da gravidade vai fazer com que as camisetas fiquem com pontas. Já pendurando-as pelos ombros esse risco praticamente não existe, especialmente depois de passadas, sem falar que é uma parte que se encaixa nos ombros, e desta vez a gravidade ajuda. Para as peças finas, o ideal é usar cabide para evitar marcas de prendedor, especialmente em tecidos que não precisam ser passados a ferro ou que só podem ser passados com ferro em baixa temperatura.
5- As peças devem continuar pelo avesso para serem passadas a ferro, pelos mesmos motivos da máquina: para pouparmos as suas fibras de maiores desgastes, e mais ainda, evitar queimadura em estampas e o desbotamento contínuo causado pela ação das altas temperaturas, que vão queimando, literalmente e aos poucos, as peças. Depois de passadas sim, desavesasse e dobra-se.
A forma de dobrá-las dá um outro post. Tive que catequizar todas as pessoas que trabalharam na minha casa neste sentido, pois umas colocavam vinco em calça, outros dobravam as camisetas ao meio na vertical, marcando-as por demais; outras dobravam uma toalha de cada forma de maneira que elas não cabiam na gaveta que poderia comportá-las com conforto... enfim... pode parecer um detalhe banal, mas dobrar roupa também tem manha. E tem mais: a forma de passá-las a ferro também é um capítulo inteirinho a parte!
Enfim, comadres, é coisa viu? É coisa nesse mundão doméstico de meu Deus!
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Cafezinho com toque de canela

Já tínhamos dado o toque no nosso livro, que um pouco de chocolate em pó empresta delicioso sabor e aroma ao cafezinho nosso de cada dia; basta misturá-lo ao pó na hora de coá-lo.
Pois bem, o trucão também se aplica à canela.
Experimenta pra você ver uma coisa...

Já tínhamos dado o toque no nosso livro, que um pouco de chocolate em pó empresta delicioso sabor e aroma ao cafezinho nosso de cada dia; basta misturá-lo ao pó na hora de coá-lo.
Pois bem, o trucão também se aplica à canela.
Experimenta pra você ver uma coisa...
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Das ideias geniais

Brigadeiro na panelinha de alumínio.
Pfff... minha caixa de entrada está cheeeia de fofurices! Deus é mais!
Quem me mandou essas fotos foi o Marcos Martuscelli da Achei Gourmet, para me apresentar o produto, que eu achei tão fofo, mas tão fofo, que precisava compartilhar com as comadres.
Marcos, como você pôde fazer isso comigo? Eu sou louca por panelinhas mini! Será possível que eu vou ter que fazer uma festinha só para poder servir alguma coisa nessas belezurinhas?
Agora, pense comigo se isso não é uma coisa genial para dar como lembrancinha em um chá de panelas?
E ah! Isso não é um publieditorial.

Brigadeiro na panelinha de alumínio.
Pfff... minha caixa de entrada está cheeeia de fofurices! Deus é mais!
Quem me mandou essas fotos foi o Marcos Martuscelli da Achei Gourmet, para me apresentar o produto, que eu achei tão fofo, mas tão fofo, que precisava compartilhar com as comadres.
Marcos, como você pôde fazer isso comigo? Eu sou louca por panelinhas mini! Será possível que eu vou ter que fazer uma festinha só para poder servir alguma coisa nessas belezurinhas?
Agora, pense comigo se isso não é uma coisa genial para dar como lembrancinha em um chá de panelas?
E ah! Isso não é um publieditorial.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Loosho, poder e cobiça! (e uma ideia danada de boa)

Faby vi isso num blog e achei muito legal, lembra aqueles q vc fez. Pra quem nao gosta de enrolar brigadeiros, mais quer impressionar
fonte: marketingnacozinha.com.br
Renata Bezerra
*suspiros*
Como tem gente fofa nesse mundão, né? Quem faz uma coisica cuti-cuti dessas e quem me manda por e-mail :))))
Tks, Renata! Mas ó... os meus não ficam nem perto dessas belezuras aí, viu? =)

Faby vi isso num blog e achei muito legal, lembra aqueles q vc fez. Pra quem nao gosta de enrolar brigadeiros, mais quer impressionar
fonte: marketingnacozinha.com.br
Renata Bezerra
*suspiros*
Como tem gente fofa nesse mundão, né? Quem faz uma coisica cuti-cuti dessas e quem me manda por e-mail :))))
Tks, Renata! Mas ó... os meus não ficam nem perto dessas belezuras aí, viu? =)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Rainha catadora de lixo II

Fiquei bege quando vi estas peças no lixão do prédio de um amigo meu. Não, bege não, que bege eu já sou. Fiquei kiwi. Flúor! Principalmente quando coloquei os olhinhos nestas gaiolinhas de madeira coloridas; principalmente quando coloquei os olhinhos na gaiolinha azul! Aff! Eu tenho um negócio com passarinho, né? Não passarinho engaiolado, claro, passarinho daqueles que voam (ô, né?) E também tenho um negócio com gaiolas. Não gaiolas que prendem, claro, mas gaiolas de portinhas abertas. É que gaiola é uma casinha, né? E eu também tenho um negócio com casinhas. KAKAKAKAKAKAKAKAKA! Mas, enfim, vai ter um post só do projeto gaiolas do lixão na sequência.
Além das formosas gaiolinhas, vocês acreditam que tinha dois cavaletes branquinhos novinhos com a madeira INTEIRAÇA? Vocês tem noção do que são cavaletes para uma pessoa que produz festas?
E para finalizar as minhas escolhas (porque o lixão tava luxo e ainda tinha mais um bando de coisa), eu catei esses rolinhos, quero dizer, rolões (ui!), para um trucão que vou fazer com uma box que vai virar ninho na frente da tevê lá no meu gabinete, ainda sem identidade até hoje. Eles encaixam perfeitamente! Na foto ainda sujos, mas agora eles já tomaram bainho e estão chiquéééééééééérrimos!
Gente, olho no lixão, please?
***
Lindo, obrigada por conferir com a proprietária do apartamento se estas belezuras estavam mesmo liberadas, sim?

Fiquei bege quando vi estas peças no lixão do prédio de um amigo meu. Não, bege não, que bege eu já sou. Fiquei kiwi. Flúor! Principalmente quando coloquei os olhinhos nestas gaiolinhas de madeira coloridas; principalmente quando coloquei os olhinhos na gaiolinha azul! Aff! Eu tenho um negócio com passarinho, né? Não passarinho engaiolado, claro, passarinho daqueles que voam (ô, né?) E também tenho um negócio com gaiolas. Não gaiolas que prendem, claro, mas gaiolas de portinhas abertas. É que gaiola é uma casinha, né? E eu também tenho um negócio com casinhas. KAKAKAKAKAKAKAKAKA! Mas, enfim, vai ter um post só do projeto gaiolas do lixão na sequência.
Além das formosas gaiolinhas, vocês acreditam que tinha dois cavaletes branquinhos novinhos com a madeira INTEIRAÇA? Vocês tem noção do que são cavaletes para uma pessoa que produz festas?
E para finalizar as minhas escolhas (porque o lixão tava luxo e ainda tinha mais um bando de coisa), eu catei esses rolinhos, quero dizer, rolões (ui!), para um trucão que vou fazer com uma box que vai virar ninho na frente da tevê lá no meu gabinete, ainda sem identidade até hoje. Eles encaixam perfeitamente! Na foto ainda sujos, mas agora eles já tomaram bainho e estão chiquéééééééééérrimos!
Gente, olho no lixão, please?
***
Lindo, obrigada por conferir com a proprietária do apartamento se estas belezuras estavam mesmo liberadas, sim?
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Técnica para assar frango sem forno
Queridas Rainhas,
Vejam a técnica para assar frango fora do forno que encontrei na internet, me amarrei também nos legumes
Dani Falcão.

Coloque um monte de pedras no chão, espete o frango no chão, cubra ele todo com uma lata de óleo, acenda o fogo em volta e espere 40 minutos.
Fonte: Marketing na cozinha
Uia! Ficou simpático esse frango, não? ;) Tks, Dani!
Queridas Rainhas,
Vejam a técnica para assar frango fora do forno que encontrei na internet, me amarrei também nos legumes
Dani Falcão.

Coloque um monte de pedras no chão, espete o frango no chão, cubra ele todo com uma lata de óleo, acenda o fogo em volta e espere 40 minutos.
Fonte: Marketing na cozinha
Uia! Ficou simpático esse frango, não? ;) Tks, Dani!
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Oficina gratuita de sopas e cremes

(foto: GettyImages)
Senac São Paulo apresenta oficina gratuita sobre Sopas e Cremes no Mercado Municipal da Lapa(SP).
Com a chegada do inverno, nada melhor do que aprender a preparar diversos tipos de sopas e cremes básicos e clássicos. Dando continuidade ao projeto das oficinas gratuitas de gastronomia, lazer e eventos nos Mercados da Lapa e do Centro, em parceria com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, o Senac São Paulo realizará no dia 12 julho, das 14 às 17 horas, a oficina Sopas e Cremes, na cozinha pedagógica do Mercado Municipal da Lapa.
A aula, ministrada pela docente Deri Scott, do Senac Francisco Matarazzo, será demonstrativa com degustação dos pratos preparados ao final do evento. Entre as receitas sugeridas, caldos básicos, sopas claras, purê e receitas clássicas de cremes. Para participar, é necessário se inscrever no próprio mercado, na Rua Herbart, 47, ou pelo telefone (11) 3326-3401.
Serviço
Oficina Sopas Cremes
Data: 12 de julho
Carga horária: 3 horas
Valor: Gratuita
Vagas para o curso: 50 vagas
Local: Cozinha pedagógica do Mercado Municipal da Lapa - Rua Herbart, 47 - Lapa
Informações e inscrições: (11) 3326-3401 - De 2ª a 6ª feira, das 8 às 17 horas.

(foto: GettyImages)
Senac São Paulo apresenta oficina gratuita sobre Sopas e Cremes no Mercado Municipal da Lapa(SP).
Com a chegada do inverno, nada melhor do que aprender a preparar diversos tipos de sopas e cremes básicos e clássicos. Dando continuidade ao projeto das oficinas gratuitas de gastronomia, lazer e eventos nos Mercados da Lapa e do Centro, em parceria com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, o Senac São Paulo realizará no dia 12 julho, das 14 às 17 horas, a oficina Sopas e Cremes, na cozinha pedagógica do Mercado Municipal da Lapa.
A aula, ministrada pela docente Deri Scott, do Senac Francisco Matarazzo, será demonstrativa com degustação dos pratos preparados ao final do evento. Entre as receitas sugeridas, caldos básicos, sopas claras, purê e receitas clássicas de cremes. Para participar, é necessário se inscrever no próprio mercado, na Rua Herbart, 47, ou pelo telefone (11) 3326-3401.
Serviço
Oficina Sopas Cremes
Data: 12 de julho
Carga horária: 3 horas
Valor: Gratuita
Vagas para o curso: 50 vagas
Local: Cozinha pedagógica do Mercado Municipal da Lapa - Rua Herbart, 47 - Lapa
Informações e inscrições: (11) 3326-3401 - De 2ª a 6ª feira, das 8 às 17 horas.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Alho negro

(foto: Cozinha da Lena - RangoCamp #1)
Apesar da coloração, nada foi adicionado a esse membro da família Allium sativum. Mas ele passou por um processo de fermentação e envelhecimento (veja abaixo) que o deixou completamente diferente. A textura ficou cremosa e o sabor, ligeiramente adocicado, lembra um vinagre balsâmico de qualidade, sem nenhuma semelhança com o ardido do alho in natura. Mais uma mordida e o gosto remete ao melaço, ao tamarindo. E lá no fundo aparece um toque de defumado. Tudo muito sutil. A essência, levemente picante, também surge, mas vem com o umami* (o quinto sabor) e uma gama de sensações.
Com tudo isso – além das incontáveis possibilidades que oferece na cozinha, do doce ao salgado –, o alho negro tem atraído a atenção de chefs nos Estados Unidos e na Europa. Resultado: é o ingrediente do momento.
A origem do alho negro é controversa. E ninguém parece ter ligado para o assunto até que o ingrediente virou moda, o que estimulou uma disputa entre japoneses e coreanos. Nos dois países ele é considerado um ingrediente saudável por seu alto teor antioxidante. Cada um se defende como pode: os coreanos adoram legumes e verduras fermentadas e dizem que seu processo de fermentação caseiro, em pote de barro, serviu de inspiração ao método que transformou o alho em vedete gastronômica.
Já os japoneses, que sempre tiveram resistência ao alho, têm um trunfo nessa briga: o catalão Ferran Adrià experimentou o ingrediente em Tóquio, no início de 2007. Gostou e levou para casa.
Por aqui, o chef José Barattino, do Emiliano, foi o primeiro a pôr a novidade no cardápio. Fez uma posta de bacalhau com polenta e acompanhou com molho de alho negro assado. Barattino conta que conheceu o ingrediente no Le Bernadin e gostou tanto que hoje o importa do principal produtor americano, o Black Garlic.
Nas mercearias coreanas do Bom Retiro (SP) é possível encontrar pasta de alho negro importada da Coreia do Sul. E em Ibiúna, uma cozinheira muito curiosa está testando um método para transformar alho comum em alho negro na estufa de casa.
1 | No exterior se usam dois tipos de alho para fazer alho negro, o coreano six-clove e o californiano gilroy. No Brasil, a escolha é feita pela aparência: cabeças grandes e bonitas.
2 | O alho, inteiro e com casca, passa três semanas numa estufa. No início, temperatura e umidade são elevadas. No final, são reduzidas. O que acontece é que durante a fermentação os açúcares e aminoácidos do alho se unem, produzindo uma substância chamada melanoidina, responsável pela coloração escura.
3 | Depois da estufa o alho é mantido sobre uma grade, em temperatura ambiente, por uma semana.
Fonte: Paladar
****
Pois bem, eu experimentei o alho negro e vou dizer... a descrição do Paladar está perfeita. De fato, não há sequer um traço do ardido do alho comum (que, veja bem, eu adoro) e eu finalmente acho que entendi a parada do tal umami*. O que me chamou a atenção também foi a cremosidade - fui provando o alho com a ponta do dedo, sem precisar cortar ou morder, realmente uma coisa de louco e só provando a gente tem a real ideia do que se trata.
Quem me introduziu ao viciante alho negro foi a Paula Labaki, que o encomendou do exterior, trazido por uma amiga, mas já existe a possibilidade de comprá-lo da produtora de Ibiúna, Marisa Ono - e eu, que não sou boba nem nada, já a contatei para fazer a minha encomenda. Porque ó... desde que provei esse diabo desse alho eu só penso em experimentá-lo em molhos, assados e até em uma calda doce - sim, eu estou bem (mais) louca =)))
Já há quem diga inclusive que o alho negro é o novo tomate seco. Será? De minha parte, não lembro de ter ficado tão entusiasmada assim quando descobri o tomate seco não (que aliás, até hoje não me apetece tanto).
****
(*)Umami é o "quinto" gosto básico, além dos quatro mais conhecidos (doce, amargo, ácido e salgado). A palavra umami é de origem japonesa e pode ser traduzida como delicioso ou saboroso.
Existem certas substâncias químicas — sobretudo aminoácidos — presentes em certos alimentos que são detectados na língua por receptores específicos (TmGluR4). O glutamato monossódico é o principal aminoácido que provoca no paladar o gosto umami. Nos alimentos em que ele está presente naturalmente, o paladar reconhece o umami. Estes são principalmente tomates, queijos fortes, carnes, e sardinhas, além do leite humano e bovino. Existem, porém, diversos produtos industrializados que levam o glutamato como intensificador de sabor. Na cozinha asiática (japonesa, chinesa, etc.) é muito comum usar glutamato monossódico para acentuar o umami, que é vendido comercialmente com a marca Aji-no-moto.
A percepção do sabor umami é também intensificada pela presença de IMP (inosinato de sódio), um nucleotídeo que pode ser ingerido simultaneamente com o aminoácido. Foram descobertos posteriormente outros intensificadores de sabor tais como: monofosfato de inosina, monofosfato de guanosina, guanilato dissódico, inosilato dissódico e 5-ribonucleótidos de cálcio.
Além de humanos, outros mamíferos tais como cães e ratos também têm receptores capazes de percebê-lo.
Fonte: Wikipédia

(foto: Cozinha da Lena - RangoCamp #1)
Apesar da coloração, nada foi adicionado a esse membro da família Allium sativum. Mas ele passou por um processo de fermentação e envelhecimento (veja abaixo) que o deixou completamente diferente. A textura ficou cremosa e o sabor, ligeiramente adocicado, lembra um vinagre balsâmico de qualidade, sem nenhuma semelhança com o ardido do alho in natura. Mais uma mordida e o gosto remete ao melaço, ao tamarindo. E lá no fundo aparece um toque de defumado. Tudo muito sutil. A essência, levemente picante, também surge, mas vem com o umami* (o quinto sabor) e uma gama de sensações.
Com tudo isso – além das incontáveis possibilidades que oferece na cozinha, do doce ao salgado –, o alho negro tem atraído a atenção de chefs nos Estados Unidos e na Europa. Resultado: é o ingrediente do momento.
A origem do alho negro é controversa. E ninguém parece ter ligado para o assunto até que o ingrediente virou moda, o que estimulou uma disputa entre japoneses e coreanos. Nos dois países ele é considerado um ingrediente saudável por seu alto teor antioxidante. Cada um se defende como pode: os coreanos adoram legumes e verduras fermentadas e dizem que seu processo de fermentação caseiro, em pote de barro, serviu de inspiração ao método que transformou o alho em vedete gastronômica.
Já os japoneses, que sempre tiveram resistência ao alho, têm um trunfo nessa briga: o catalão Ferran Adrià experimentou o ingrediente em Tóquio, no início de 2007. Gostou e levou para casa.
Por aqui, o chef José Barattino, do Emiliano, foi o primeiro a pôr a novidade no cardápio. Fez uma posta de bacalhau com polenta e acompanhou com molho de alho negro assado. Barattino conta que conheceu o ingrediente no Le Bernadin e gostou tanto que hoje o importa do principal produtor americano, o Black Garlic.
Nas mercearias coreanas do Bom Retiro (SP) é possível encontrar pasta de alho negro importada da Coreia do Sul. E em Ibiúna, uma cozinheira muito curiosa está testando um método para transformar alho comum em alho negro na estufa de casa.
1 | No exterior se usam dois tipos de alho para fazer alho negro, o coreano six-clove e o californiano gilroy. No Brasil, a escolha é feita pela aparência: cabeças grandes e bonitas.
2 | O alho, inteiro e com casca, passa três semanas numa estufa. No início, temperatura e umidade são elevadas. No final, são reduzidas. O que acontece é que durante a fermentação os açúcares e aminoácidos do alho se unem, produzindo uma substância chamada melanoidina, responsável pela coloração escura.
3 | Depois da estufa o alho é mantido sobre uma grade, em temperatura ambiente, por uma semana.
Fonte: Paladar
****
Pois bem, eu experimentei o alho negro e vou dizer... a descrição do Paladar está perfeita. De fato, não há sequer um traço do ardido do alho comum (que, veja bem, eu adoro) e eu finalmente acho que entendi a parada do tal umami*. O que me chamou a atenção também foi a cremosidade - fui provando o alho com a ponta do dedo, sem precisar cortar ou morder, realmente uma coisa de louco e só provando a gente tem a real ideia do que se trata.
Quem me introduziu ao viciante alho negro foi a Paula Labaki, que o encomendou do exterior, trazido por uma amiga, mas já existe a possibilidade de comprá-lo da produtora de Ibiúna, Marisa Ono - e eu, que não sou boba nem nada, já a contatei para fazer a minha encomenda. Porque ó... desde que provei esse diabo desse alho eu só penso em experimentá-lo em molhos, assados e até em uma calda doce - sim, eu estou bem (mais) louca =)))
Já há quem diga inclusive que o alho negro é o novo tomate seco. Será? De minha parte, não lembro de ter ficado tão entusiasmada assim quando descobri o tomate seco não (que aliás, até hoje não me apetece tanto).
****
(*)Umami é o "quinto" gosto básico, além dos quatro mais conhecidos (doce, amargo, ácido e salgado). A palavra umami é de origem japonesa e pode ser traduzida como delicioso ou saboroso.
Existem certas substâncias químicas — sobretudo aminoácidos — presentes em certos alimentos que são detectados na língua por receptores específicos (TmGluR4). O glutamato monossódico é o principal aminoácido que provoca no paladar o gosto umami. Nos alimentos em que ele está presente naturalmente, o paladar reconhece o umami. Estes são principalmente tomates, queijos fortes, carnes, e sardinhas, além do leite humano e bovino. Existem, porém, diversos produtos industrializados que levam o glutamato como intensificador de sabor. Na cozinha asiática (japonesa, chinesa, etc.) é muito comum usar glutamato monossódico para acentuar o umami, que é vendido comercialmente com a marca Aji-no-moto.
A percepção do sabor umami é também intensificada pela presença de IMP (inosinato de sódio), um nucleotídeo que pode ser ingerido simultaneamente com o aminoácido. Foram descobertos posteriormente outros intensificadores de sabor tais como: monofosfato de inosina, monofosfato de guanosina, guanilato dissódico, inosilato dissódico e 5-ribonucleótidos de cálcio.
Além de humanos, outros mamíferos tais como cães e ratos também têm receptores capazes de percebê-lo.
Fonte: Wikipédia
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Panelas de pedra-sabão

Eu li um bocado de coisa sobre as panelas de pedra sabão antes de usar a minha. Eu só sabia curar panela de barro, por exemplo, embora imaginasse que o processo fosse parecido. E é.
As panelas de pedra-sabão (uma pedra cinza super resistente, mas já escassa) tem naturalidade mineira, uma tradição centenária, e se antes só eram encontradas nas zonas rurais daquele estado, hoje está na lista dos produtos brasileiros mais vendidos no país, podendo custar, nas Minas Gerais, de R$20 a R$110.
"As menores e baixas são as mais indicadas para o preparo de verduras e legumes, e aquelas bem miúdas podem ser ideais para servir pimenta e temperos especiais. Para cozinhar frango e carnes, o consumidor deve dar preferência às vasilhas fundas e mais largas", diz Geraldo Antônio d Andrade, comerciante de panelas há 25 anos no Mercado Central de BH, para o www.mkleste.com.br.
Antes de usar uma panela de pedra-sabão pela primeira vez é necessário curá-la. Mas o que é curar uma panela? É uma espécie de queima para impermeabilização, a fim de evitar que elas soltem níquel, que é tóxico, na comida. Há algumas formas de curar as panelas de pedra-sabão disponíveis na rede.
1- Untar com óleo por dentro e por fora e deixar secar no forno por 12 minutos em forno médio, deixando esfriar lá dentro, repetindo o processo.
2- Untar a panela por dentro e por fora, encher de água e levra ao forno médio pré-aquecido por 2 horas ou ao fogo para ferver por 30 a 40 minutos, repetindo a operação.
3- Untar por dentro e por fora, deixar descansar por 30 horas, encher a panela com água e manter no fogo por 3 horas, completando a água, lógico.
Eu escolhi a mais fácil (a número 2 sobre o lume) porque tinha pressa. Queria comer feijão tropeiro na minha pedra-sabão pra ontem! Foi super tranquilo e deu bem certo. Mas se a comadre quiser esperar 30 horas e depois ficar enchendo a panelinha de água por 3 horas, fica a vontade, viu?

(lavei, untei por dentro e por fora, enchi de água e deixei cozinhar sobre o lume por 40 minutos; depois deixei esfriar completamente, untei de novo e repeti a operação. Depois de fria de novo, lavei e usei imediatamente).
Os principais cuidados que precisamos ter com as nossas panelas de pedra-sabão são: evitar choques térmicos; lavar só com água e sabão, evitando abrasivos e esponjas de aço, porque não se esqueçam que estamos falando de um produto natural, mineral; e não fritar (eu jamais fritaria alguma coisa numa panela de pedra-sabão).
As principais vantagens no uso da panela de pedra-sabão: suporta até 1.000C, o que não chega a ser uma vantagem para uma dona de casa terráquea, que passa muito longe disso com a mais alta de suas temperaturas; a sua capacidade de retenção do calor faz economizar gás, já que você pode desligar o fogo antes de terminar a cocção; mantem a comida quentinha na panela por muito tempo, ó que coisa meiga!E depois, porque são lindas e remetem a cozinhas sinceras. =)
Agora dizer que a panela de pedra-sabão "deixa a comida mais gostosa", é preciso explicar que não é que tais panelas sejam mágicas, não viajem e saiama por aí comprando panela de pedra-sabão e esperando milagre, hein! Na minha cabeça, o que acontece é que quando sabemos tirar proveito delas, certamente podem contribuir com um melhor resultado final do prato como um todo, afinal sob baixa temperatura garantem um cozimento mais uniforme, preservando a textura de grãos, legumes e verduras, por exemplo. E isso faz toda a diferença.
Uma curiosidade: elas mudam de cor. Comprei cinza e depois que curei e usei ela ficou grafite, bem mais escura.
Descobertas: A primeira vez que usei a minha panela, fiz questão de preparar uma comida mineira, e preparei um delicioso feijão tropeiro, mas já descobri também que elas são perfeitas para o preparo de risotos, o que me fez abrir mão da idéia fixa de adquirir uma Le Creuset para este fim. Mas se eu tivesse dinheiro sobrando eu comprava a Le Creuset também, lógico.
Comadres mineiras, me corrijam se eu estiver errada, sim? =)

Eu li um bocado de coisa sobre as panelas de pedra sabão antes de usar a minha. Eu só sabia curar panela de barro, por exemplo, embora imaginasse que o processo fosse parecido. E é.
As panelas de pedra-sabão (uma pedra cinza super resistente, mas já escassa) tem naturalidade mineira, uma tradição centenária, e se antes só eram encontradas nas zonas rurais daquele estado, hoje está na lista dos produtos brasileiros mais vendidos no país, podendo custar, nas Minas Gerais, de R$20 a R$110.
"As menores e baixas são as mais indicadas para o preparo de verduras e legumes, e aquelas bem miúdas podem ser ideais para servir pimenta e temperos especiais. Para cozinhar frango e carnes, o consumidor deve dar preferência às vasilhas fundas e mais largas", diz Geraldo Antônio d Andrade, comerciante de panelas há 25 anos no Mercado Central de BH, para o www.mkleste.com.br.
Antes de usar uma panela de pedra-sabão pela primeira vez é necessário curá-la. Mas o que é curar uma panela? É uma espécie de queima para impermeabilização, a fim de evitar que elas soltem níquel, que é tóxico, na comida. Há algumas formas de curar as panelas de pedra-sabão disponíveis na rede.
1- Untar com óleo por dentro e por fora e deixar secar no forno por 12 minutos em forno médio, deixando esfriar lá dentro, repetindo o processo.
2- Untar a panela por dentro e por fora, encher de água e levra ao forno médio pré-aquecido por 2 horas ou ao fogo para ferver por 30 a 40 minutos, repetindo a operação.
3- Untar por dentro e por fora, deixar descansar por 30 horas, encher a panela com água e manter no fogo por 3 horas, completando a água, lógico.
Eu escolhi a mais fácil (a número 2 sobre o lume) porque tinha pressa. Queria comer feijão tropeiro na minha pedra-sabão pra ontem! Foi super tranquilo e deu bem certo. Mas se a comadre quiser esperar 30 horas e depois ficar enchendo a panelinha de água por 3 horas, fica a vontade, viu?

(lavei, untei por dentro e por fora, enchi de água e deixei cozinhar sobre o lume por 40 minutos; depois deixei esfriar completamente, untei de novo e repeti a operação. Depois de fria de novo, lavei e usei imediatamente).
Os principais cuidados que precisamos ter com as nossas panelas de pedra-sabão são: evitar choques térmicos; lavar só com água e sabão, evitando abrasivos e esponjas de aço, porque não se esqueçam que estamos falando de um produto natural, mineral; e não fritar (eu jamais fritaria alguma coisa numa panela de pedra-sabão).
As principais vantagens no uso da panela de pedra-sabão: suporta até 1.000C, o que não chega a ser uma vantagem para uma dona de casa terráquea, que passa muito longe disso com a mais alta de suas temperaturas; a sua capacidade de retenção do calor faz economizar gás, já que você pode desligar o fogo antes de terminar a cocção; mantem a comida quentinha na panela por muito tempo, ó que coisa meiga!E depois, porque são lindas e remetem a cozinhas sinceras. =)
Agora dizer que a panela de pedra-sabão "deixa a comida mais gostosa", é preciso explicar que não é que tais panelas sejam mágicas, não viajem e saiama por aí comprando panela de pedra-sabão e esperando milagre, hein! Na minha cabeça, o que acontece é que quando sabemos tirar proveito delas, certamente podem contribuir com um melhor resultado final do prato como um todo, afinal sob baixa temperatura garantem um cozimento mais uniforme, preservando a textura de grãos, legumes e verduras, por exemplo. E isso faz toda a diferença.
Uma curiosidade: elas mudam de cor. Comprei cinza e depois que curei e usei ela ficou grafite, bem mais escura.
Descobertas: A primeira vez que usei a minha panela, fiz questão de preparar uma comida mineira, e preparei um delicioso feijão tropeiro, mas já descobri também que elas são perfeitas para o preparo de risotos, o que me fez abrir mão da idéia fixa de adquirir uma Le Creuset para este fim. Mas se eu tivesse dinheiro sobrando eu comprava a Le Creuset também, lógico.
Comadres mineiras, me corrijam se eu estiver errada, sim? =)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Katita
Panela é coisa séria

É porque nem sempre a gente para para pensar na importância das panelas. Elas estão ali todo santo dia, são o suporte para o preparo das comidas, sem elas não rola, e mesmo assim sendo tão fundamentais, às vezes passam batidas.
Para ser uma boa cozinheira é preciso não só experimentar novos sabores como também todos os tipos possíveis de panelas, porque são elas e o fogo os responsáveis pela cocção (cozimento) dos alimentos. A panela no fogo define o ponto, a textura, faz soltar e explodir sabores. Há determinados pratos que podem ficar muito mais saborosos quando feitos lentamente na panela certa; há panelas que cozinham ao lume e vão para o forno em seguida para gratinar a comida em seu interior; há panelas que guardam segredos de família de geração a geração; há panelas mais econômicas... há panelas.
Saber ou não como utilizar determinadas panelas, pode significar o sucesso ou fracasso da comida; também podem causar acidentes (como as de pressão), e causar até doenças (por ingestão de substâncias tóxicas por utilização de panelas não-curadas, por exemplo). Portanto é imprescindível que as informações do fabricante sejam lidas com atenção. No caso das artesanais, que não vem com manual, vale uma pesquisa na internet para levantar informações antes de utilizá-las pela primeira vez.
Uma dica que eu vou dar para as comadres é o seguinte: da mesma forma que não é recomendável preparar um prato que nunca fez para uma ocasião especial, é perigoso também usar pela primeira vez uma panela que você não conhece, mesmo que seja um prato que você tira de letra, porque a gente precisa entender o tempo da panela, já que algumas aceleram por demais o processo de cocção e fica fácil queimar o rango. Já pensou que lástima, comadre? E como nestas ocasiões em que recebemos convidados, há vários detalhezinhos para cuidar, não dá para fincar pé ali do lado do fogão.
Bom, aproveitando a panela mineira de pedra-sabão que eu comprei na estrada, e considerando a necessidade de curá-la, resolvi fazer uns posts sobre a minha experiência pessoal com as minhas panelas de ferro, de barro, pedra-sabão, cobre, alumínio, pressão, inox, teflon... assim a gente bate bola, troca dicas, viaaaaaaja!!! Não tem prazo não, nem periodicidade certa, porque eu nunca consigo cumprir estes prazos. O de pedra-sabão está pronto, os demais ao Deus-dará. Diz que Deus, diz que dá.

É porque nem sempre a gente para para pensar na importância das panelas. Elas estão ali todo santo dia, são o suporte para o preparo das comidas, sem elas não rola, e mesmo assim sendo tão fundamentais, às vezes passam batidas.
Para ser uma boa cozinheira é preciso não só experimentar novos sabores como também todos os tipos possíveis de panelas, porque são elas e o fogo os responsáveis pela cocção (cozimento) dos alimentos. A panela no fogo define o ponto, a textura, faz soltar e explodir sabores. Há determinados pratos que podem ficar muito mais saborosos quando feitos lentamente na panela certa; há panelas que cozinham ao lume e vão para o forno em seguida para gratinar a comida em seu interior; há panelas que guardam segredos de família de geração a geração; há panelas mais econômicas... há panelas.
Saber ou não como utilizar determinadas panelas, pode significar o sucesso ou fracasso da comida; também podem causar acidentes (como as de pressão), e causar até doenças (por ingestão de substâncias tóxicas por utilização de panelas não-curadas, por exemplo). Portanto é imprescindível que as informações do fabricante sejam lidas com atenção. No caso das artesanais, que não vem com manual, vale uma pesquisa na internet para levantar informações antes de utilizá-las pela primeira vez.
Uma dica que eu vou dar para as comadres é o seguinte: da mesma forma que não é recomendável preparar um prato que nunca fez para uma ocasião especial, é perigoso também usar pela primeira vez uma panela que você não conhece, mesmo que seja um prato que você tira de letra, porque a gente precisa entender o tempo da panela, já que algumas aceleram por demais o processo de cocção e fica fácil queimar o rango. Já pensou que lástima, comadre? E como nestas ocasiões em que recebemos convidados, há vários detalhezinhos para cuidar, não dá para fincar pé ali do lado do fogão.
Bom, aproveitando a panela mineira de pedra-sabão que eu comprei na estrada, e considerando a necessidade de curá-la, resolvi fazer uns posts sobre a minha experiência pessoal com as minhas panelas de ferro, de barro, pedra-sabão, cobre, alumínio, pressão, inox, teflon... assim a gente bate bola, troca dicas, viaaaaaaja!!! Não tem prazo não, nem periodicidade certa, porque eu nunca consigo cumprir estes prazos. O de pedra-sabão está pronto, os demais ao Deus-dará. Diz que Deus, diz que dá.
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Tirando a pele do pimentão

Muita gente tem problemas com pimentão e grande parte delas é por causa da pele, que para algumas pessoas é indigesta. Eu como numa boa, mas para algumas receitas prefiro tirá-la, como na salada de pimentão assado que eu faço (e adoro) ou quando vou utilizá-lo sem muito cozimento.
Tem várias maneiras de pelar o pimentão e uma delas é essa:
1. espete o pimentão em um garfo e leve direto à chama do fogão até que a pele fique preta - vá virando de vez em quando para que todo o pimentão fique com a pele queimada;
2. retire do fogo e rapidamente embrulhe em filme plástico e deixe uns minutinhos - isso faz a pele se desprender ainda mais facilmente;
3. depois, é só abrir o plástico filme e retirar, raspando com uma faca ou com as mãos a pele que se desprenderá rapidinho.
Tem gente que bota direto no forno, há quem use o microondas, o descascador de legumes... não importa a maneira, o que importa é que a pele não é desculpa para você não se jogar no pimentão - que eu particularmente uso muuito na cozinha, inclusive como "tempero".
***
p.s: alguém aí só me explica, pelamor, porque diabos o quilo do pimentão vermelho está mais de 10 pilas? o que é isso, minha gente?!?! #FAIL

Muita gente tem problemas com pimentão e grande parte delas é por causa da pele, que para algumas pessoas é indigesta. Eu como numa boa, mas para algumas receitas prefiro tirá-la, como na salada de pimentão assado que eu faço (e adoro) ou quando vou utilizá-lo sem muito cozimento.
Tem várias maneiras de pelar o pimentão e uma delas é essa:
1. espete o pimentão em um garfo e leve direto à chama do fogão até que a pele fique preta - vá virando de vez em quando para que todo o pimentão fique com a pele queimada;
2. retire do fogo e rapidamente embrulhe em filme plástico e deixe uns minutinhos - isso faz a pele se desprender ainda mais facilmente;
3. depois, é só abrir o plástico filme e retirar, raspando com uma faca ou com as mãos a pele que se desprenderá rapidinho.
Tem gente que bota direto no forno, há quem use o microondas, o descascador de legumes... não importa a maneira, o que importa é que a pele não é desculpa para você não se jogar no pimentão - que eu particularmente uso muuito na cozinha, inclusive como "tempero".
***
p.s: alguém aí só me explica, pelamor, porque diabos o quilo do pimentão vermelho está mais de 10 pilas? o que é isso, minha gente?!?! #FAIL
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Vegetariano come o quê?

Para responder essa pergunta, uma família vegetariana há 10 anos criou o blog de mesmo nome, onde posta receitas em vídeo.
Fala, não é uma ideia ótima? A Paula Schuwenck, uma das autoras do blog, nos escreveu contando sobre ele e eu achei simplesmente sensacional. Visitei o blog e acho que conteúdo dele vai poder ajudar muito outras pessoas que, assim como eu, se interessam pelo universo vegetariano. E, como coisa boa a gente tem que dividir, fica aqui o meu registro e o desejo que o blog da família Schuwenck finalmente nos responda a pergunta intrigante... quem sabe esse não é o estímulo que (me) faltava? =)
Corre lá!

Para responder essa pergunta, uma família vegetariana há 10 anos criou o blog de mesmo nome, onde posta receitas em vídeo.
Fala, não é uma ideia ótima? A Paula Schuwenck, uma das autoras do blog, nos escreveu contando sobre ele e eu achei simplesmente sensacional. Visitei o blog e acho que conteúdo dele vai poder ajudar muito outras pessoas que, assim como eu, se interessam pelo universo vegetariano. E, como coisa boa a gente tem que dividir, fica aqui o meu registro e o desejo que o blog da família Schuwenck finalmente nos responda a pergunta intrigante... quem sabe esse não é o estímulo que (me) faltava? =)
Corre lá!
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Prazer, lúpulo

O que é lúpulo?
O lúpulo é uma flor da família das canabidáceas - sim, a mesma da maconha! - que entra na composição das cervejas. Apesar do parentesco, a planta não tem efeito entorpecente: serve para dar à cerva seu amargor, além de contribuir no aroma da bebida. Para quem se preocupa com o hábito de entornar uns copos, vai um alento: o lúpulo pode fazer bem à saúde. "Ele possui antioxidantes naturais potentes", afirma Rodrigo Sozo, mestre cervejeiro da Ambev. Como antioxidantes entendem-se substâncias que retardam a deterioração de tecidos celulares.
Mais: alguns componentes do lúpulo têm efeito bactericida. "O lúpulo é um dos três fatores que tornam a cerveja um ambiente hostil a bactérias causadoras de doenças: os outros são o álcool e o gás carbônico", diz Sozo. Assim, cerveja é um porto seguro quando você suspeita da qualidade da água. Não funciona para matar a sede (seu efeito diurético desidrata o corpo), mas dá para escapar de uma diarréia se você preferir cerveja a uma caipirinha feita com gelo de procedência duvidosa.
Fonte: Revista Super Interessante, edição 197
***
A irmã já falou né? Estou com ideia fixa em cerveja. Se antes eu já curtia (e muito) o líquido, agora o vejo de uma forma que não via antes. Minha relação com a bebida mudou, acreditem... mas, isso é assunto para uma série de posts que começo a publicar aos pouquinhos. Começo com o lúpulo, que o Marcelo da Colorado gentilmente nos deu quando da nossa visita à sua cervejaria. Não vou me atrever a adentrar na parte "técnica" da coisa, até porque uma visita a uma cervejaria não me credenciaria para tanto, mas já que o assunto despertou meu interesse, pretendo dividí-lo com vocês.
Experimentar o lúpulo assim, na raça, é coisa para corajosos! O troço é fedido e amarrrrrgo, super amargo - um amargo que você sente na boca toda e permanece por um bom tempo - mas, um amargo fundamental quando o assunto é cerveja. Aliás, outra ideia fixa em minha cabeça desde essa visita é o amargo e sua importância, tanto que tenho pensado muito no assunto e descobri que sou uma pessoa que adora o amargo (Neide Rigo, me acode nessa hora, comadre! rs)... mas, taí, isso também é assunto para outra série de posts (meu pai! tenho 876543 posts pra escrever! socorro!).
Com esse lúpulo pretendo fazer algumas experiências, que obviamente contarei aqui. Comecei com o mais simples - um sachê com lúpulo dentro do travesseiro o que, segundo especialistas, garante um sono tranquilo. Veremos :)
***
Aqui, a flor (uma trepadeira)...

(foto: JSM Groups)
***
Esse post é dedicado ao meu amigo Fábio Taranto, que gosta tanto de cerveja, mas tannnto, que quase chorou quando conheceu o lúpulo. Hohoho! =)

O que é lúpulo?
O lúpulo é uma flor da família das canabidáceas - sim, a mesma da maconha! - que entra na composição das cervejas. Apesar do parentesco, a planta não tem efeito entorpecente: serve para dar à cerva seu amargor, além de contribuir no aroma da bebida. Para quem se preocupa com o hábito de entornar uns copos, vai um alento: o lúpulo pode fazer bem à saúde. "Ele possui antioxidantes naturais potentes", afirma Rodrigo Sozo, mestre cervejeiro da Ambev. Como antioxidantes entendem-se substâncias que retardam a deterioração de tecidos celulares.
Mais: alguns componentes do lúpulo têm efeito bactericida. "O lúpulo é um dos três fatores que tornam a cerveja um ambiente hostil a bactérias causadoras de doenças: os outros são o álcool e o gás carbônico", diz Sozo. Assim, cerveja é um porto seguro quando você suspeita da qualidade da água. Não funciona para matar a sede (seu efeito diurético desidrata o corpo), mas dá para escapar de uma diarréia se você preferir cerveja a uma caipirinha feita com gelo de procedência duvidosa.
Fonte: Revista Super Interessante, edição 197
***
A irmã já falou né? Estou com ideia fixa em cerveja. Se antes eu já curtia (e muito) o líquido, agora o vejo de uma forma que não via antes. Minha relação com a bebida mudou, acreditem... mas, isso é assunto para uma série de posts que começo a publicar aos pouquinhos. Começo com o lúpulo, que o Marcelo da Colorado gentilmente nos deu quando da nossa visita à sua cervejaria. Não vou me atrever a adentrar na parte "técnica" da coisa, até porque uma visita a uma cervejaria não me credenciaria para tanto, mas já que o assunto despertou meu interesse, pretendo dividí-lo com vocês.
Experimentar o lúpulo assim, na raça, é coisa para corajosos! O troço é fedido e amarrrrrgo, super amargo - um amargo que você sente na boca toda e permanece por um bom tempo - mas, um amargo fundamental quando o assunto é cerveja. Aliás, outra ideia fixa em minha cabeça desde essa visita é o amargo e sua importância, tanto que tenho pensado muito no assunto e descobri que sou uma pessoa que adora o amargo (Neide Rigo, me acode nessa hora, comadre! rs)... mas, taí, isso também é assunto para outra série de posts (meu pai! tenho 876543 posts pra escrever! socorro!).
Com esse lúpulo pretendo fazer algumas experiências, que obviamente contarei aqui. Comecei com o mais simples - um sachê com lúpulo dentro do travesseiro o que, segundo especialistas, garante um sono tranquilo. Veremos :)
***
Aqui, a flor (uma trepadeira)...

(foto: JSM Groups)
***
Esse post é dedicado ao meu amigo Fábio Taranto, que gosta tanto de cerveja, mas tannnto, que quase chorou quando conheceu o lúpulo. Hohoho! =)
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Especial Dia dos Namorados

(foto: GettyImages)
Tudo bem que no nosso arquivo tem mais de 1.000 receitas que podem ser utilizadas para qualquer ocasião, inclusive para um jantar de Dia dos Namorados. Só que eu resolvi facilitar, fucei na net e na minha pequena biblioteca gastronômica e montei uma sugestão de um cardápio completo, que começo a publicar a partir de terça-feira (08), e que você poderá reproduzir facilmente e sem atropelos no dia 12. Tudo muito simples, com receitas que você pode adiantar antes do jantar e assim, ficar linda, leve e tranquila na hora de serví-lo.
Minha proposta é um jantar leve, afinal, ninguém vai querer comprometer uma linda noite de sábado se enchendo de comida pesada, certo? Ah! Eu também usei alguns ingredientes que são popularmente tidos como "sensuais", como a pimenta, o gengibre, o chocolate ... e ainda tem o curry e a canela, pra digamos, "esquentar" mais ainda a noite ;)
Minhas sugestões são:
Drink - Martini de chocolate com pimenta
Entrada: Creme de cenoura, manga e gengibre
Prato principal: Rocambole de mignon com espinafre, maçã e curry e purê de abóbora com leite de côco
Sobremesa: Brownie de chocolate e nozes com sorvete de creme e canela
Já estou sentindo ondas românticas se aproximando, e vocês? =)))

(foto: GettyImages)
Tudo bem que no nosso arquivo tem mais de 1.000 receitas que podem ser utilizadas para qualquer ocasião, inclusive para um jantar de Dia dos Namorados. Só que eu resolvi facilitar, fucei na net e na minha pequena biblioteca gastronômica e montei uma sugestão de um cardápio completo, que começo a publicar a partir de terça-feira (08), e que você poderá reproduzir facilmente e sem atropelos no dia 12. Tudo muito simples, com receitas que você pode adiantar antes do jantar e assim, ficar linda, leve e tranquila na hora de serví-lo.
Minha proposta é um jantar leve, afinal, ninguém vai querer comprometer uma linda noite de sábado se enchendo de comida pesada, certo? Ah! Eu também usei alguns ingredientes que são popularmente tidos como "sensuais", como a pimenta, o gengibre, o chocolate ... e ainda tem o curry e a canela, pra digamos, "esquentar" mais ainda a noite ;)
Minhas sugestões são:
Drink - Martini de chocolate com pimenta
Entrada: Creme de cenoura, manga e gengibre
Prato principal: Rocambole de mignon com espinafre, maçã e curry e purê de abóbora com leite de côco
Sobremesa: Brownie de chocolate e nozes com sorvete de creme e canela
Já estou sentindo ondas românticas se aproximando, e vocês? =)))
Seção: Dicas e Trucões
Postado por: Faby
Esse copo é meu!

Fala, marcador de copo não é uma coisa genial? Eu adoro! Ainda mais agora na Copa, que o povo vai se juntar todo lá em casa e a cerveja vai comer solta. Sabe como é, depois do terceiro ou quarto copo ninguém mais sabe qual é de quem... mas se tiver marcador, não tem erro.
Você pode bolar mil formas de marcar os copos e taças - aqui mesmo a irmã já fez um s.e.n.s.a.c.i.o.n.a.l e eu publiquei outro feito pela minha amiga Suzete com botões, genial também. Sim, dá para usar a imaginação e fazer seus próprios marcadores, como não?
Já tenho alguns conjuntos para taças, que uso muito (é, a princípio parece mais uma tranqueira, mas não é mesmo! principalmente para quem vive com a casa cheia, como eu) mas para copos eu ainda não tinha... até eu me apaixonar por esses torcedores de silicone, que grudam no copo com ventosas - fofo, vai. Daí, que eu já resolvi meu problema para a Copa, que eu não sou boba nem nada (Laís, tu já reservou um pra mim, néam?). E custa 31 pilas na Utilplast.
Eu já tô no clima da Copa, perceberam né? ADORO =)))))))

Fala, marcador de copo não é uma coisa genial? Eu adoro! Ainda mais agora na Copa, que o povo vai se juntar todo lá em casa e a cerveja vai comer solta. Sabe como é, depois do terceiro ou quarto copo ninguém mais sabe qual é de quem... mas se tiver marcador, não tem erro.
Você pode bolar mil formas de marcar os copos e taças - aqui mesmo a irmã já fez um s.e.n.s.a.c.i.o.n.a.l e eu publiquei outro feito pela minha amiga Suzete com botões, genial também. Sim, dá para usar a imaginação e fazer seus próprios marcadores, como não?
Já tenho alguns conjuntos para taças, que uso muito (é, a princípio parece mais uma tranqueira, mas não é mesmo! principalmente para quem vive com a casa cheia, como eu) mas para copos eu ainda não tinha... até eu me apaixonar por esses torcedores de silicone, que grudam no copo com ventosas - fofo, vai. Daí, que eu já resolvi meu problema para a Copa, que eu não sou boba nem nada (Laís, tu já reservou um pra mim, néam?). E custa 31 pilas na Utilplast.
Eu já tô no clima da Copa, perceberam né? ADORO =)))))))


